Static

Hospedagem de site estático

Envie os arquivos, aponte MAIN para o index.html e publique: a aplicação atende na porta declarada em PORT, num subdomínio vertraweb.app com certificado emitido pela plataforma. Não há runtime para versionar.

Origem

Quem desenhou o HTML

Tim Berners-Lee, no CERN, propôs um sistema de hipertexto em 1989 e em 1990 já tinha o primeiro navegador e o primeiro servidor. O HTML público aparece em 1991: documentos ligados por URL, o servidor só entrega o arquivo. Håkon Wium Lie propôs folhas de estilo em 1994; com Bert Bos no W3C o CSS 1 virou recomendação em 1996. Conteúdo num arquivo, aparência noutro — quem interpreta os dois é o navegador.

Tim Berners-Lee

Paul Clarke · CC BY-SA 4.0

Håkon Wium Lie

Franco Folini · CC BY-SA 2.0

Bert Bos

Martin Alvarez Espinar · CC BY 2.0

Hipertexto, não um programa

A web de Berners-Lee é documento ligado a documento por URL. Não há processo de aplicação: a página é o arquivo que o servidor entrega.

Estrutura de um lado, forma do outro

O HTML descreve o que a página é. O CSS, a tese de Lie e Bos, descreve como ela aparece. Essa separação é o diferencial da web estática em relação a um binário que pinta a tela.

O navegador faz o trabalho

O servidor só envia texto. Quem monta a página é o cliente — o oposto de PHP, que gera o HTML no servidor, e o oposto de um app compilado.

O que a plataforma faz por um site estático

O essencial já vem configurado em toda aplicação estática aqui; os recursos que dependem do plano estão indicados no card.

Sem versão para escolher

Aqui não há runtime versionado: o conteúdo é HTML, CSS e JavaScript servidos como estão. O vertracloud.config fica só com MAIN, PORT, MEMORY e, se o plano permitir, SUBDOMAIN — a chave VERSION não se aplica.

Subdomínio com TLS automático

Publicada, a aplicação responde em vertraweb.app com certificado emitido e renovado pela plataforma, e o tráfego HTTP é redirecionado para HTTPS. A porta exposta é a declarada em PORT.

Domínio próprio por CNAME

A partir do plano Intermediary, aponte um registro CNAME para o endereço mostrado no painel. O SSL é provisionado depois da validação do DNS. É 1 domínio personalizado por aplicação.

Deploy por zip ou GitHub

Envie um pacote de até 100 MB pelo painel ou conecte um repositório, inclusive privado. Atualizar o site é subir de novo, e o terminal do painel mostra o processo do começo ao fim.

O que as pessoas publicam como site estático

Conteúdo pronto: os arquivos vão para o servidor como saíram da sua máquina.

Landing e página institucional

Página de produto, de evento ou de empresa, com endereço próprio e HTTPS desde o primeiro deploy.

Documentação e portfólio

Conteúdo que muda pouco e precisa ficar de pé: manual, changelog, portfólio. Cada atualização é um novo envio.

Saída pronta de um gerador

Se o site já é gerado na sua máquina, envie a pasta de saída: os arquivos são servidos como estão, sem etapa de compilação no servidor.

Front-end ao lado da sua API

Suba o site e a API como aplicações separadas na mesma conta: cada uma tem o próprio container, o próprio subdomínio e o próprio teto de RAM.

A configuração inteira

O vertracloud.config é um arquivo INI opcional na raiz do projeto. MAIN aponta o arquivo inicial; PORT=80 expõe o site; MEMORY define o teto de RAM; SUBDOMAIN escolhe o nome do endereço, do plano Scale em diante.

vertracloud.config
NAME=meu-site
MAIN=index.html
PORT=80
MEMORY=512
SUBDOMAIN=meu-site

Um plano para cada fase do projeto

A memória e o armazenamento mudam por plano; a linguagem, não. Compare o que cada plano libera e escolha o que cabe no projeto agora.

Comparar planos

Também roda aqui

Mesma plataforma, mesmo deploy, outra stack.

Perguntas frequentes sobre site estático

Publicação, domínio e certificado: o que se pergunta sobre site estático.

Preciso escolher uma versão de runtime?

Não. Site estático não tem versionamento na plataforma: é HTML, CSS e JavaScript. A chave VERSION do vertracloud.config não se aplica — o que importa é MAIN apontar o arquivo inicial e PORT declarar a porta exposta.

O que é preciso para o site ficar acessível?

Publicar a aplicação. A publicação web está disponível a partir do plano Pro e exige 512 MB de RAM alocada — com menos que isso a chamada é recusada. Escolher o nome do subdomínio exige o plano Scale; abaixo dele a plataforma sorteia um nome.

Posso usar o meu próprio domínio?

Sim, a partir do plano Intermediary: configure um CNAME apontando para o endereço mostrado no painel e o SSL vem automaticamente depois da validação do DNS. Cada aplicação aceita 1 domínio personalizado.

O que acontece se eu despublicar o site?

O container é recriado sem a porta exposta e a aplicação reinicia. O subdomínio é liberado na hora — não existe reserva, e outra pessoa pode registrá-lo depois. O domínio personalizado também é removido.

Preciso cuidar do certificado SSL?

Não. Todo site publicado recebe certificado automático, com renovação antes da expiração e redirecionamento de HTTP para HTTPS ligado por padrão. Domínio personalizado também recebe SSL automático.

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