Migração de VPS

Saia da VPS sem derrubar o que já está no ar.

Suba uma cópia na Vertra Cloud, mova variáveis e dados, teste no endereço da plataforma e só então aponte o DNS. A VPS antiga continua atendendo até você decidir.

Por que migrar

Uma VPS é uma máquina inteira para você cuidar.

Servidor próprio dá controle, e dá trabalho junto: sistema, atualizações, processo, certificado, backup. Num PaaS você entrega o código e a plataforma cuida do resto.

Sistema e segurança

Atualizar o sistema operacional, aplicar patches e acompanhar o servidor é rotina de VPS. No PaaS, as versões das linguagens são mantidas pela plataforma, com atualizações de segurança.

Manter o processo de pé

systemd, pm2 ou supervisor existem para isso. Na Vertra Cloud o container é reiniciado automaticamente quando a aplicação cai, em todas as aplicações.

HTTPS e domínio

O certificado SSL/TLS é emitido e renovado antes de expirar, com redirecionamento de HTTP para HTTPS por padrão, inclusive em domínio próprio (conforme o plano).

Backup

Snapshots de aplicação e de banco, com restauração e download em zip. Antes de excluir ou resetar um banco, a plataforma tira um snapshot de segurança sozinha.

Lado a lado

O que você cuida hoje e o que passa para a plataforma.

A comparação cobre as tarefas que mais pesam na rotina de quem mantém uma VPS.

TarefaNa VPSNa Vertra Cloud
Sistema operacionalVocê atualiza e monitora.A plataforma mantém o ambiente de execução.
Versão da linguagemInstalar e atualizar à mão.Escolha a versão no painel, entre 13 linguagens.
Manter o app de pésystemd, pm2 ou supervisor.Reinício automático do container.
HTTPSCertbot, renovação e redirecionamento.SSL/TLS automático, com redirecionamento de HTTP para HTTPS.
Deployscp, rsync ou git pull no servidor.Zip, GitHub, CLI ou extensão do VS Code.
Banco de dadosInstalar, configurar e atualizar o engine.PostgreSQL, MongoDB, Redis e MySQL gerenciados, com TLS obrigatório.
BackupScript e armazenamento por sua conta.Snapshots de aplicação e de banco.
Logsjournalctl, arquivos de log e SSH.Logs ao vivo no painel.
DiscoO que o servidor tiver.10 GB por aplicação.

Em contrapartida, você deixa de administrar o servidor: cada aplicação roda num container isolado, e o que não cabe nesse modelo precisa ser adaptado antes de migrar.

Passo a passo

A ordem segura para migrar.

Mover não exige reescrever a aplicação. A sequência é subir uma cópia, mover configuração e dados, testar e só então mover o tráfego.

01

Confira o código

A porta vem de PORT e o servidor escuta em 0.0.0.0. Os segredos vêm de variáveis de ambiente. O comando de start não depende de Procfile nem de arquivo da VPS, e nada importante fica gravado só no disco local. Um Procfile com web: node server.js vira START=node server.js no vertracloud.config.

02

Suba uma cópia

Envie o .zip, importe o repositório do GitHub ou rode vertra upload. Mantenha a VPS no ar e não mexa no DNS ainda.

03

Copie as variáveis

Recrie as variáveis em Configurações, deixando de fora PORT e HOST, que a plataforma define. É um bom momento para trocar os segredos em vez de copiá-los.

04

Mova o banco

Crie o banco e use as ferramentas do próprio engine: pg_dump e pg_restore, mongodump e mongorestore, mysqldump. No Redis, recrie as chaves que importam ou deixe o cache esquentar de novo. A conexão exige TLS e certificado de cliente.

05

Teste a cópia

Use o endereço *.vertraweb.app e exercite os fluxos que importam enquanto acompanha a aba de logs.

06

Mova o tráfego e aposente a VPS

Coloque a aplicação antiga em modo leitura ou manutenção, faça uma última sincronização dos dados e aponte o DNS para a Vertra Cloud com um domínio personalizado. Baixe o TTL do registro para alguns minutos no dia anterior, e mantenha a VPS por alguns dias como plano B antes de desligá-la.

FAQ

Perguntas frequentes

Preciso reescrever a aplicação para sair da VPS?

Em geral, não. O que costuma mudar é pouco: a porta vem de PORT, os segredos vão para variáveis de ambiente e o comando de start entra na configuração (um Procfile vira START= no vertracloud.config). O código segue o mesmo.

A aplicação fica fora do ar durante a migração?

Não precisa. A ordem segura é subir uma cópia, testar no endereço da plataforma e só depois trocar o DNS, com a VPS antiga atendendo até lá. Baixar o TTL do DNS antes da troca faz a mudança, ou a volta atrás, propagar mais rápido.

Como levo o banco de dados da VPS?

Exporte com a ferramenta do engine, crie um banco novo e importe: pg_dump e pg_restore no PostgreSQL, mongodump e mongorestore no MongoDB, mysqldump no MySQL. A conexão exige TLS e certificado de cliente, então a string de conexão da aplicação muda.

Quais linguagens e frameworks posso levar?

A plataforma roda 13 linguagens, entre elas Node.js, Python, Go, Rust, Java, PHP, Ruby, Deno, .NET e Elixir. Ao enviar um zip, projetos Next.js, Nuxt, SvelteKit, Remix, Astro e Vite já chegam com os comandos de build e start sugeridos.

Perco o acesso ao servidor, como SSH e root?

Você deixa de administrar a máquina. Em troca, cada aplicação roda num container isolado, com terminal e logs no painel, e a plataforma cuida do sistema e dos certificados.

Consigo usar meu domínio com HTTPS?

Sim. O domínio personalizado recebe SSL automático depois da validação do DNS, e o redirecionamento de HTTP para HTTPS vem ligado por padrão. Domínio próprio depende do plano; confira na página de planos.

Continue por aqui

Comece subindo uma cópia.

Você testa tudo no endereço da plataforma, e a VPS continua atendendo até a troca do DNS.

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