Envie o projeto
Um ZIP ou um repositório do GitHub, com a branch que você escolher, e um arquivo chamado Dockerfile na raiz. O painel mostra o que será recusado antes de começar o build.
Imagens Docker
Sua linguagem, suas dependências do sistema, o seu processo de start. Envie o projeto, a Vertra monta a imagem num ambiente isolado e você sobe quantos apps quiser a partir dela.
Os runtimes gerenciados cobrem as linguagens mais comuns. Se você precisa de outra linguagem ou versão, de pacotes do sistema, de um processo de start próprio ou de um app que já vem pronto em imagem, o Dockerfile resolve. Tudo continua no mesmo painel, com os mesmos logs, métricas, domínios e snapshots dos seus outros apps.
Sem servidor de build para manter e sem imagem para publicar em lugar nenhum.
Um ZIP ou um repositório do GitHub, com a branch que você escolher, e um arquivo chamado Dockerfile na raiz. O painel mostra o que será recusado antes de começar o build.
O build roda num ambiente isolado, com o log ao vivo no painel. Se falhar, a versão que já estava no ar continua intacta.
Cada app nasce da mesma imagem com a própria RAM, porta e variáveis de ambiente. Um bot, uma API e um worker podem sair do mesmo Dockerfile.
O que você já tem nos apps comuns continua valendo para os apps de imagem.
Inclusive as que não estão na lista de runtimes: se roda num container Linux, roda aqui.
Ligue a imagem a um repositório e a uma branch. Cada push rebuilda a imagem, sem abrir o painel.
Todo build bem-sucedido vira uma versão. Voltar para uma anterior é instantâneo, porque ela já está pronta.
O disco persistente do app entra nos backups e nos snapshots, com agendamento, retenção e restauração como nos outros apps.
Acompanhe cada passo do build no painel enquanto ele acontece e releia o log depois, se algo falhar.
Monte a imagem uma vez e crie quantos apps precisar, cada um com a sua configuração.
Você escreve o Dockerfile. A plataforma cuida para que ele não afete ninguém.
Cada build acontece num ambiente separado da plataforma e dos outros clientes, com limite de tempo e de recursos.
Um app de imagem tem a mesma proteção de qualquer app da Vertra: container isolado dos outros clientes.
Os arquivos .env nunca entram no contexto do build nem na imagem. As variáveis ficam no app, onde você troca o valor sem rebuildar.
Uma nova versão nunca reinicia os apps sozinha, e um build com erro não muda o que está rodando. O app só troca de versão quando você pede.
O painel confere o Dockerfile antes do build e explica cada recusa. As principais estão abaixo; veja o guia completo nas docs.
Um ZIP de até 100 MB ou um repositório do GitHub, com um arquivo chamado exatamente Dockerfile na raiz. A imagem é linux/amd64.
É recusado o # syntax= que aponte para um frontend de terceiros, o RUN --network=host e o RUN --security=insecure. Remova a diretiva e o build segue.
Montagens de segredo e de ssh (--mount=type=secret e --mount=type=ssh) são recusadas. Coloque as chaves nas variáveis do app.
Os arquivos .env são removidos do contexto. As chaves viram sugestão de variável ao criar o app, e os valores nunca entram na imagem.
O que o app grava em /app fica entre reinícios e entra nos snapshots. Evite WORKDIR /app: o que a imagem colocar lá fica escondido pelo disco. Use outra pasta, como /srv.
O app ouve na porta do primeiro EXPOSE (ou 80) e recebe o valor em PORT. Roda como o usuário 1000:1000, e fora de /app só pastas temporárias, como /tmp, aceitam escrita.
Sem instrução especial: a plataforma usa o seu Dockerfile exatamente como você escreveu, sem reescrever nada.
FROM python:3.12-slim
WORKDIR /srv
COPY . .
RUN pip install -r requirements.txt
EXPOSE 8000
CMD ["python", "main.py"]Até 20 imagens por conta, contando as imagens em qualquer estado. Reconstruir, fazer commit e criar versões não conta como imagem nova.
| Plano | Imagens |
|---|---|
| Enterprise 28 | 20 imagens |
| Enterprise 30 | 20 imagens |
| Enterprise 32 | 20 imagens |
Se você descer para um plano sem o recurso, as imagens e os apps que já existem continuam rodando. Só não dá para criar nem reconstruir imagens até voltar a um desses planos, e excluir é sempre possível.
Comparar planosO essencial antes de enviar o primeiro Dockerfile.
Só o básico: um Dockerfile que builda e inicia o seu app. Se você já roda o projeto em container na sua máquina, o mesmo Dockerfile costuma funcionar aqui.
Quando o runtime gerenciado não cobre o que você precisa: outra linguagem ou versão, pacotes do sistema, um processo de start próprio ou um app que já vem pronto em imagem. Para as linguagens da lista, o deploy por ZIP ou GitHub é mais simples.
Sim. Você pode reenviar o contexto, fazer um commit de arquivos por cima do atual ou ligar a imagem a um repositório e deixar cada push rebuildar. Os apps só passam para a nova versão quando você reinicia ou faz o deploy.
Tudo o que o app grava em /app fica no disco persistente e entra nos snapshots. A imagem em si não vai no snapshot, porque o código dela já tem histórico nas versões. Ao restaurar, você escolhe se volta também para a versão da imagem.
O painel lista cada ponto. As causas mais comuns são # syntax= de terceiros, RUN --network=host, RUN --security=insecure e montagens de segredo ou de ssh. Remova a diretiva e envie de novo.
A imagem, as versões e todos os apps criados a partir dela são apagados, e você confirma digitando o nome. Cada app segue as regras normais de exclusão, inclusive o snapshot de segurança nos planos que o têm.
Imagens Docker
Envie o projeto, acompanhe o build ao vivo e crie o primeiro app da imagem.