PHP · 8.3

Hospedagem PHP 24/7

Envie o zip do site, aponte MAIN para o index.php e publique: a aplicação sobe em container isolado, atende na porta declarada em PORT e recebe um subdomínio com certificado emitido pela plataforma.

Origem

Quem desenhou o PHP

Rasmus Lerdorf, dinamarquês-canadense, começou em 1994 um conjunto de binários CGI para a própria homepage — contador, formulário, um jeito de misturar lógica no HTML. Em 1995 soltou isso como Personal Home Page Tools. Em 1997 Zeev Suraski e Andi Gutmans reescreveram o parser; no ano seguinte o PHP 3 tornou o nome em PHP: Hypertext Preprocessor e a linguagem deixou de ser um kit pessoal. O modelo ficou: o arquivo que o servidor encontra é o que responde, no mesmo documento em que o HTML já estava.

Rasmus Lerdorf

William Stadtwald Demchick · CC BY-SA 4.0

A página no servidor

O PHP existe para gerar HTML no servidor, não para um binário de sistemas nem para um script no navegador. O arquivo que você pede é o que responde.

Lógica misturada ao HTML

Começou como macros no documento. A diferença das linguagens “puras” é essa: o template e o programa moravam no mesmo arquivo, de propósito.

Um pedido, um documento

Cada visita chama o script de novo. Formulário, cookie e header entraram na linguagem porque o cotidiano era o HTTP, não uma API de sistemas.

O que a plataforma faz por um projeto PHP

O essencial já vem configurado em toda aplicação PHP aqui; os recursos que dependem do plano estão indicados no card.

Porta declarada e TLS automático

Publicada, a aplicação atende num subdomínio vertraweb.app com certificado emitido e renovado pela plataforma, e o tráfego HTTP é redirecionado para HTTPS. No vertracloud.config, PORT declara a porta exposta — uma por aplicação.

Duas versões, uma linha de config

8.3, que é ao mesmo tempo a recomendada e a mais recente, e 8.2. Trocar é mudar VERSION no vertracloud.config e subir de novo — não há imagem para escolher nem Dockerfile para manter.

Auto-restart com freio

Um fatal error não deixa o site fora do ar até alguém perceber: o processo é reiniciado sozinho, em qualquer plano. Se ele quebrar 5 vezes em 10 minutos, a plataforma marca crash loop e desliga o auto-restart por 24 horas. Saída com exit code 0 não dispara reinício.

Log e métrica ao vivo

stdout e stderr aparecem no terminal do painel enquanto acontecem, com CPU, RAM e armazenamento do container ao lado. O último erro antes de um crash fica salvo.

O que as pessoas rodam em PHP aqui

Quase sempre algo que atende HTTP — e o mesmo container serve página, endpoint e painel.

Sites e páginas institucionais

Site de empresa, landing ou blog escrito em PHP. Envie o zip, aponte MAIN para o index.php e publique para receber o subdomínio com TLS.

APIs e webhooks

Endpoint que recebe callback de gateway de pagamento, webhook do GitHub ou integração de terceiro. É 1 porta exposta por aplicação, a declarada em PORT.

Painéis e ferramentas internas

Ferramenta que a equipe usa pelo navegador, acessível pelo subdomínio com HTTPS. A partir do plano Intermediary, ela pode responder também num domínio próprio.

PHP com banco gerenciado

Crie um MySQL 8.0 ou um PostgreSQL 17 no mesmo painel e conecte pelo host interno. TLS é obrigatório em todos os bancos; certificado e senha são gerados pela plataforma e ficam disponíveis para download.

Versões de PHP disponíveis

A 8.3 é ao mesmo tempo a recomendada e a mais recente. Para fixar a 8.2, declare VERSION no vertracloud.config.

Versãovertracloud.configStatus
8.3VERSION=8.3RecomendadaMais recente
8.2VERSION=8.2

A configuração inteira

O vertracloud.config é um arquivo INI opcional na raiz do projeto. MAIN aponta o index.php; VERSION escolhe o PHP; PORT=80 expõe o site; MEMORY define o teto de RAM do container.

vertracloud.config
NAME=meu-site
MAIN=index.php
VERSION=8.3
PORT=80
MEMORY=512

Um plano para cada fase do projeto

A memória e o armazenamento mudam por plano; a linguagem, não. Compare o que cada plano libera e escolha o que cabe no projeto agora.

Comparar planos

Também roda aqui

Mesma plataforma, mesmo deploy, outra stack.

Perguntas frequentes sobre hospedagem PHP

Versão, vendor e endereço do site: o trio que mais gera dúvida em PHP.

Quais versões de PHP posso usar?

8.3, que é a recomendada e também a mais recente, e 8.2. A escolha é feita pela chave VERSION no vertracloud.config; sem ela, a aplicação sobe na recomendada.

Preciso enviar a pasta vendor no zip?

Não — exclua vendor/ do pacote. As dependências são instaladas no servidor, durante o build, e o zip aceita no máximo 100 MB: mandar a pasta pronta só aproxima esse teto sem ganhar nada.

Como o meu site ganha um endereço?

Publicando a aplicação: ela recebe um subdomínio em vertraweb.app com SSL automático. A publicação exige 512 MB de RAM alocada e está disponível a partir do plano Pro; escolher o nome do subdomínio exige o Scale, e abaixo dele a plataforma sorteia um nome.

Onde eu guardo a senha do banco e as chaves de API?

Na aba de variáveis de ambiente do painel: elas são injetadas no container na inicialização e ficam criptografadas em repouso. São até 25 variáveis, chave de até 100 caracteres e valor de até 1.000. A plataforma não carrega arquivo .env.

Posso apontar um domínio próprio para o site?

Sim, a partir do plano Intermediary. Configure um registro CNAME apontando para o endereço mostrado no painel; o SSL é provisionado depois da validação do DNS. É 1 domínio personalizado por aplicação.

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