Elixir · 1.20.4 (OTP 28)
Hospedagem Elixir 24/7
Suba uma aplicação Phoenix, uma API ou um worker em Elixir e deixe rodando. A plataforma reconhece o projeto pelo mix.exs e sobe com mix phx.server se ele depende de :phoenix, ou com mix run --no-halt, em container isolado e com reinício automático.
Quem desenhou o Elixir
José Valim, brasileiro, começou o Elixir em 2011, enquanto trabalhava na Plataformatec, depois de bater nos limites do Ruby on Rails em concorrência. A 1.0 saiu em 2014. A linguagem roda na BEAM, a máquina virtual do Erlang, criada na Ericsson nos anos 1980 para telefonia: muitos processos leves, isolados, que se recuperam de falha.

José Valim
Christopher Adams · CC BY 2.0
Concorrência por processos
Um processo Elixir custa poucos kilobytes e não compartilha memória com os outros. Milhares deles convivem, trocando mensagens, no mesmo servidor.
Tolerância a falha como método
Supervisores reiniciam o processo que quebrou sem derrubar o resto. A filosofia let it crash, herdada do Erlang, trata a falha como parte do desenho.
Sintaxe moderna sobre base madura
Pipes, pattern matching e macros num ecossistema com Phoenix e LiveView. A produtividade vem de cima, e a robustez de décadas de telecom vem de baixo.
O que a plataforma faz por um projeto Elixir
A máquina virtual do Erlang já é boa em manter processos de pé; a plataforma cuida do container em volta.
Detecção pelo mix.exs
Com um mix.exs na raiz do projeto, a plataforma entende que é Elixir e escolhe o runtime sozinha. As dependências são instaladas e o projeto é compilado com MIX_ENV=prod; você não escreve Dockerfile nem escolhe imagem.
Elixir 1.20 sobre OTP 28
1.20.4 é a versão disponível, rodando sobre o OTP 28. Para fixar a linha, declare VERSION no vertracloud.config; sem ela, a aplicação sobe na recomendada.
Start escolhido pelo mix.exs
Se o mix.exs depende de :phoenix, a aplicação sobe com mix phx.server; senão, com mix run --no-halt. Em produção o Phoenix lê SECRET_KEY_BASE e PHX_HOST do ambiente: coloque os dois nas variáveis de ambiente do painel.
Auto-restart com freio
Um processo que cai não deixa o serviço fora do ar: o container é reiniciado sozinho, em qualquer plano. Se ele quebrar 5 vezes em 10 minutos, a plataforma marca crash loop e desliga o auto-restart por 24 horas. Saída com exit code 0 não dispara reinício.
O que as pessoas rodam em Elixir aqui
Carga com muita conexão aberta ao mesmo tempo, que é onde os processos leves da BEAM aparecem.
Phoenix e LiveView
Publique a aplicação para receber um subdomínio em vertraweb.app com TLS. O endpoint precisa escutar em 0.0.0.0 na porta declarada em PORT, e o PHX_HOST deve ser o host público que você vai usar.
APIs JSON com Plug e Phoenix
Um serviço sem tela, só com rotas e controllers. O mix phx.server sobe o endpoint, e o painel mostra a RAM real ao lado do teto do MEMORY.
Workers com Oban e GenServer
Consumidor de fila, rotina periódica, pipeline de processamento: um mix run --no-halt mantém a aplicação OTP de pé sem expor porta nenhuma.
Bots de Discord e Telegram
Nostrum e Telegex rodam como processo de longa duração. O token vai nas variáveis de ambiente do painel, lido com System.get_env, nunca num arquivo dentro do zip.
Versões de Elixir disponíveis
1.20.4 é a recomendada e também a mais recente, sobre o OTP 28. Sem VERSION no vertracloud.config, a aplicação sobe na recomendada.
| Versão | vertracloud.config | Status |
|---|---|---|
| 1.20.4 (OTP 28) | VERSION=1.20 | RecomendadaMais recente |
A configuração inteira
O vertracloud.config é um arquivo INI opcional na raiz do projeto. Não há START para declarar: a plataforma escolhe entre mix phx.server e mix run --no-halt pelo mix.exs. VERSION escolhe a linha do Elixir; MEMORY define o teto de RAM.
NAME=meu-app
MAIN=mix.exs
VERSION=1.20
MEMORY=512Um plano para cada fase do projeto
A memória e o armazenamento mudam por plano; a linguagem, não. Compare o que cada plano libera e escolha o que cabe no projeto agora.
Comparar planosTambém roda aqui
Mesma plataforma, mesmo deploy, outra stack.
Perguntas frequentes sobre hospedagem Elixir
Start, Phoenix e porta: as dúvidas mais frequentes de quem sobe Elixir.
Qual versão do Elixir posso usar?
Hoje, a 1.20.4, que é a recomendada e a mais recente, sobre o OTP 28. Você pode declarar a linha com a chave VERSION no vertracloud.config; sem ela, a aplicação sobe na recomendada.
Preciso escolher entre mix run e mix phx.server?
Não. Se o mix.exs depende de :phoenix, a plataforma sobe com mix phx.server; senão, com mix run --no-halt, que impede o processo de sair assim que o código termina de carregar.
O Phoenix quebra na subida reclamando de SECRET_KEY_BASE.
Em produção ele exige esse valor no ambiente. Gere um com mix phx.gen.secret e coloque nas variáveis de ambiente do painel, junto com o PHX_HOST. A plataforma não lê arquivo .env.
A aplicação sobe, mas o subdomínio não responde.
Duas causas. O endpoint precisa escutar em 0.0.0.0 e na porta declarada em PORT, e não só em 127.0.0.1; e a aplicação precisa estar publicada na web, o que exige 512 MB de RAM e está disponível a partir do plano Pro.
Preciso enviar as pastas _build e deps no zip?
Não, e não envie. Exclua _build e deps do pacote: o limite do zip é 100 MB e as dependências são refeitas no servidor, para Linux.
Suba seu projeto Elixir hoje
Crie a conta, envie o código com o mix.exs e o mix.lock, ou conecte o repositório do GitHub, e acompanhe a subida da aplicação no terminal do painel.
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