PostgreSQL · 17

PostgreSQL 17 gerenciado

Escolha a memória, e o banco sobe com host, porta exclusiva do banco, senha e certificados prontos. A conexão só acontece por TLS com certificado de cliente, e o conteúdo das tabelas você navega pelo próprio painel, sem instalar cliente.

Como nasceu

O PostgreSQL começou como uma pesquisa

Na Berkeley, Michael Stonebraker e Lawrence Rowe abriram caminho para um banco relacional extensível — e a comunidade levou o projeto adiante.

Michael Stonebraker

Dcoetzee · CC0

1986: nasce o POSTGRES

O projeto começou na UC Berkeley, liderado por Michael Stonebraker, como sucessor de suas pesquisas com o Ingres.

Do laboratório ao SQL

O sistema evoluiu de um banco objeto-relacional de pesquisa, ganhou SQL, virou Postgres95 e adotou o nome PostgreSQL.

Uma comunidade mantém o motor

O código saiu do laboratório e passou a ser desenvolvido abertamente, com foco em integridade, extensibilidade e compatibilidade.

O que vem pronto num PostgreSQL daqui

Nada disso é configurado por você: é o estado em que a instância nasce.

Versão 17, já configurada

A plataforma sobe o container, gera a senha e devolve o host no formato id-sem-hifens.db.usa1.vertraweb.app com uma porta exclusiva desse banco. Não há arquivo de configuração para escrever nem pacote para instalar.

TLS obrigatório, certificado no painel

Conexão em texto puro não existe aqui. CA, certificado de servidor e certificado de cliente são gerados automaticamente, e a autenticação é certificado + senha. Baixe os três no dashboard ou pela API.

Schemas, tabelas e console SQL

A aba Dados navega schemas, tabelas, colunas, índices e linhas — 200 por página — e tem console SQL com timeout de 10 s aplicado pelo próprio engine. Disponível do plano Intermediary para cima.

Snapshot, restauração e resets

Pelo painel: iniciar, parar, reiniciar, resetar senha, resetar certificados, tirar snapshot com download em ZIP e restaurar um anterior, com 30 segundos de intervalo entre restaurações.

Onde o PostgreSQL costuma entrar

Quando o dado tem forma definida e a consulta precisa cruzar mais de uma tabela, o relacional é a escolha mais barata de manter.

Back-end de API com esquema

Chave estrangeira, restrição de unicidade e transação ACID resolvem no banco o que você teria de escrever na aplicação. As migrações do seu framework rodam contra a instância como contra qualquer PostgreSQL 17.

Consultas e relatórios

JOIN, agregação, CTE e função de janela são do engine, não de uma camada nossa. Para conferir o resultado antes de colocar na aplicação, o console SQL da aba Dados devolve até 1000 linhas.

Estado de bots e workers

O bot em Python ou Node fica no mesmo painel e conecta pelo host do banco com TLS. Se o processo cair, o auto-restart sobe de novo e reencontra o dado onde parou.

Dado híbrido, sem trocar de banco

jsonb, arrays, tipos de intervalo e busca textual são nativos do PostgreSQL: a parte semiestruturada do seu domínio cabe na mesma instância que guarda as tabelas normalizadas.

Dados de conexão

Estes valores aparecem no painel do banco assim que ele termina de subir. O id é o identificador do banco sem os hifens.

Versão17
Porta<port>
TLSObrigatório
AutenticaçãoCertificado + senha
Host<id>.db.usa1.vertraweb.app

Conectando pelo psql

Baixe o certificate.pem (CA) e o certificate.crt/certificate.key (certificado de cliente) no painel antes de rodar — sslrootcert sozinho não basta, o servidor recusa conexão sem sslcert e sslkey. sslmode=verify-full é o modo que valida a cadeia e o nome do host.

bash
psql "host=<id>.db.usa1.vertraweb.app port=<port> dbname=postgres user=postgres password=$SENHA sslmode=verify-full sslrootcert=certificate.pem sslcert=certificate.crt sslkey=certificate.key"

Um plano para cada fase do projeto

A memória e o armazenamento do banco mudam por plano; o engine, não. Compare os planos e escolha o que cabe agora.

Comparar planos

Outros bancos gerenciados

Mesmo painel, mesmos certificados, outro engine.

Perguntas frequentes sobre PostgreSQL gerenciado

As dúvidas que mais chegam ao suporte sobre bancos PostgreSQL.

Como conecto com TLS?

TLS é obrigatório e a CA sozinha não basta: baixe o certificate.pem (sslrootcert) e o certificate.crt/certificate.key (sslcert/sslkey) e passe sslmode=verify-full. Em bibliotecas como psycopg ou node-postgres, o equivalente é ligar SSL e informar CA e certificado de cliente — sem o certificado de cliente o servidor recusa a conexão mesmo com a senha certa.

Onde baixo os certificados?

Na página do banco no dashboard, ou pela API. A plataforma gera CA, certificado de servidor e certificado de cliente automaticamente quando o banco é criado; você baixa os arquivos quando precisar, quantas vezes precisar.

O que o reset destrutivo apaga?

O conteúdo do banco. Resetar devolve a instância ao estado inicial e não desfaz — é operação diferente de resetar senha e de resetar certificados, que trocam credenciais e mantêm os dados. Tire um snapshot antes.

Como restauro um snapshot?

Pela lista de snapshots do banco, escolhendo o ponto e confirmando a restauração; há um intervalo de 30 segundos entre uma restauração e a próxima. O conteúdo do snapshot também pode ser baixado em ZIP.

Quantos bancos posso ter e o que muda por plano?

Nos planos pagos, não há uma quantidade fixa de bancos: cada instância é criada com a RAM escolhida e precisa caber na memória disponível do plano. Este PostgreSQL exige no mínimo 1.024 MB. O Free ("suspenso") permite 1 app + 1 banco, mas a RAM do plano Free ainda está pendente de definição. Snapshots manuais começam no Scale, e a aba Dados, no Intermediary.

Crie seu PostgreSQL agora

Escolha a memória, aguarde o banco subir e conecte com o host e os certificados que aparecem no painel.

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